Fraude de ponto não desapareceu — mudou de bolso
App de ponto resolve totem caro mas abre vetor novo. O que aprendemos sobre geofence, biometria de viva e padrões anômalos.
Implantar ponto no app do colaborador é a maior economia que um RH pode fazer — totem custa caro, quebra, fila. Mas a primeira vez que ouvimos "a galera bate o ponto do amigo", percebemos que o problema não some, só muda de superfície.
Geofence é necessário, não suficiente
O app só registra a batida dentro do raio do posto. Mas dois colegas no mesmo lugar continuam podendo bater um pelo outro. Geofence pega o óbvio, não o sofisticado.
Biometria de viva
A solução foi exigir liveness: o app pede um piscar, um sorriso, um giro de cabeça. Ataque com foto não passa. Ataque com vídeo gravado também não — checamos profundidade via sensor.
O que detecta padrão anômalo
Mais útil que biometria foi um modelo simples de detecção de padrão: batidas atípicas (horário fora do turno, distância anormal entre batida e endereço de moradia, fluxo simultâneo de 5 batidas do mesmo IP) viram alerta automático pro supervisor.
Continue lendo.
Ver todos os textos →Como construímos um BI que responde em linguagem natural
Dashboards são bons. Pergunta em linguagem natural sobre os mesmos dados é melhor. Como saímos de protótipo pra produção em 4 meses.
Roteirização que respeita a cidade
Otimização de rota é fácil de errar em centro urbano. Como modelamos restrição de horário, peso, zona azul e ZMRC sem virar quebra-cabeça.
O que acontece quando ronda vira evidência digital
Postos auditáveis em tempo real, laudo pronto pra cliente e supervisor que enxerga o campo. Três meses depois da troca, os números falaram.